O GIGANTE da internet acordou

Em meio a um cenário de quase crise política no Brasil, que motiva muita gente a tomar posições extremamente desequilibradas com relação a manutenção ou troca do governo, passei a pensar se teria um partido político no qual faria sentindo me afiliar. Achei que não iria encontrar, mas o encontrei. Ele se chama partido da Internet Livre.

Nada nesta terra me traz mais esperança por um mundo melhor do que a democratização da informação, a possibilidade de startups poderem superar monopólios, a produção e distribuição de conteúdo indepentente, além de outras possíveis revoluções digitais.

Muita gente ainda não entendeu (ou não admite) a revolução. Vide discussões das operadoras sobre o Whatsapp, Netflix ou até mesmo brigas com o Uber. Não entro nestas brigas, pois acho covardia bater em gente esperneando no chão.

Para mim não interessa a segunda tela, pois só tenho uma tela em casa. Não demorei dois segundos para decidir que não pagaria a licença britânica de televisão. Já não queria de graça, muito menos tendo que pagar uma anuidade.

Agora, o satanás não é capitalista nem socialista.  Seus demônios estão maquinando regulamentações, criando mídias sociais controladas, poluíndo timelines, trocando resultados de buscas orgânicas por publicidade, criando distrações, memes e correntes de e-mails.

No momento, o partido da Internet Livre está com 7 bilhões de vagas. Não existe discriminação por sexo, raça ou religião. Porém, demanda disciplina, conteúdo e sede de justiça.